Avaliação Neuropsicológica

Entender como a sua mente funciona é o primeiro passo para cuidar dela.

Da adolescência à terceira idade

online para adultos, presencial para crianças, adolescentes e adultos.

O que é Avaliação Neuropsicológica

Avaliar não é julgar. É olhar com cuidado, com método e com tempo, para enxergar você por inteiro. Aqui, a avaliação é um encontro, não um exame de aprovação: não tem nota, não tem certo ou errado — tem um mapa sendo desenhado a quatro mãos.

Na prática, é um estudo aprofundado de como o seu cérebro funciona no dia a dia: como você presta atenção, guarda informações, organiza tarefas, encontra palavras, raciocina e lida com as emoções.

Por meio de conversas, tarefas e testes com base científica, a gente junta peças que sozinhas diriam pouco e, juntas, revelam um retrato — ligando o que você percebe na vida real aos processos por trás dele.

Pense num mapa detalhado da sua mente: ele mostra as estradas largas, por onde tudo flui (as suas forças), e os trechos onde o caminho aperta. Saber onde estão os dois é o que permite escolher a melhor rota.

O PERCURSO, PASSO A PASSO

1. Acolhimento e história

Uma conversa cuidadosa sobre a sua trajetória, suas queixas e seus objetivos. Quando faz sentido, a gente ouve também alguém próximo.

2. Testagem

Atividades e testes aplicados em uma ou mais sessões, sempre respeitando o seu ritmo e com pausas quando precisar.

3. Análise e integração

Fora das sessões, a correção e a interpretação dos resultados, cruzando os dados com a sua história para que tudo faça sentido em conjunto.

4. Devolutiva

Um encontro para conversarmos sobre o que foi encontrado, em linguagem clara, com espaço para as suas dúvidas.

5. Laudo e orientações

Um documento escrito com as conclusões e recomendações práticas — um ponto de partida para os próximos passos do seu cuidado.

Tempo e Preparo

Costumam ser de 8 a 10 sessões, a primeira em média de 90 minutos e as próximas de 60 minutos cada, em datas próximas. Entre a última sessão e a entrega do laudo, algumas semanas — o tempo de uma análise feita com calma.

E o mais importante: não há nada para estudar. A avaliação retrata como você é hoje, e é justamente esse retrato espontâneo que tem valor.

Para o dia, ajuda muito: dormir bem na noite anterior, trazer óculos ou aparelho auditivo (se usa), levar exames e laudos anteriores, anotar os medicamentos que utiliza, vir sem compromisso logo na sequência e pedir pausas sempre que precisar.

Mitos e Verdades

É um teste de QI que diz se sou inteligente.

A inteligência é só uma parte. O foco está em como você pensa — suas forças e seus desafios —, não em um único número.

Não existe aprovação. Ninguém passa ou reprova: o objetivo é compreender, e cada resposta é informação valiosa.

A avaliação acompanha todas as fases da vida, da adolescência à terceira idade, com instrumentos adequados a cada uma.

O laudo é um guia de cuidado, não uma etiqueta. Ele aponta caminhos e ajustes — quem você é continua maior que ele.

Perguntas frenquentes

Preciso de encaminhamento para fazer?

Não necessariamente. Você pode procurar a avaliação por conta própria; se houver um pedido médico ou de outro profissional, é só trazer.

Pode. Em alguns momentos a presença de um familiar enriquece a história; durante a testagem, você costuma ficar a sós com o profissional.

Totalmente. Tudo o que é compartilhado e os resultados são protegidos pelo sigilo profissional e pertencem a você.

Da infância à terceira idade, com testes escolhidos para a faixa etária e o objetivo de cada pessoa.

Não. Ela é uma ferramenta de compreensão que orienta os próximos passos — e dialoga com o acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou geriátrico.

Roselene Tavares Pereira

Prazer, eu sou a Rose. Comecei pedagoga, sempre ligada ao desenvolvimento humano. Quando meus filhos chegaram divergentes, fui aprender com eles — e acabei refazendo boa parte do meu caminho: primeiro a neuropsicologia, depois a psicologia. Não vivi a divergência na pele, mas aprendi a enxergá-la de perto, todos os dias. Hoje uno as três formações para olhar cada pessoa no seu próprio funcionamento — e para cuidar de quem precisa de um olhar que enxergue diferente.

Roselene Tavares Pereira

Pedagoga, Psicóloga e Neuropsicóloga​
  • Pedagogia — Universidade Fumec
  • Especialista em Neuropsicologia — Faculdade Santa Casa de Belo Horizonte
  • Psicologia — Universidade Estácio de Sá
  • Formação em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) – Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento (IBAC) – em andamento.
  • Não vivi a divergência na pele, mas aprendi a enxergá-la de perto, todos os dias. Hoje uno as três formações para olhar cada pessoa no seu próprio funcionamento — e para cuidar de quem precisa de um olhar que enxergue diferente.
CRP: 04/88069

Débora Pereira Kling

Psicóloga
  • Graduação em Psicologia — Universidade FUMEC
  • Pós-graduação em Psicomotricidade — PUC Minas
  • Pós-graduação em Psicologia Hospitalar — Faculdade Santa Casa de Belo Horizonte
  • Especialização em Transtorno do Espectro Autista (TEA) — UFMG (em andamento)
  • Formação em Estimulação Cognitiva — Formação Cognitiva | Shayenne Torres (em andamento).
CRP: 04/56568

Débora Pereira Kling

Prazer, eu sou a Débora. Recebi meu primeiro diagnóstico aos 10 anos: TDAH e dislexia. O do autismo veio só no último ano — e foi ele que me levou à pós em autismo que faço hoje, na UFMG. Como o meu irmão, fui me inclinando cada vez mais para a divergência conforme os diagnósticos foram chegando. Cada nome que chegou me explicou um pedaço de mim que eu vivia sem entender. Escolhi a psicologia. Hoje, atender quem cresce divergente é também cuidar de uma história que eu conheço por dentro — de divergente pra divergente.

Vamos juntos?

Conhecer a si mesmo com mais clareza é, no fim, um gesto de cuidado.

Se faz sentido pra você, chama no WhatsApp e a gente conversa sobre o próximo passo.